EDITAL DE CONVOCAÇÃO - ASSEMBLEIA GERAL - 18/12 - 13H30MIN

Ficam os Docentes sindicalizados da Universidade Federal do Rio Grande - FURG e IFRS - Campus Rio Grande convocados para a Assembleia Geral a ser realizada no dia 18 de dezembro, quarta-feira, na sede da APROFURG, às 13h30MIN, em primeira convocação, e, 14H, em segunda convocação, com qualquer quorum.

PAUTA:

- Escolha* dos (as) delegados (as) para o 39º Congresso do ANDES-SN em São Paulo, entre 4 e 8 de fevereiro de 2020.

* O (A) sindicalizado (a) que tiver interesse em participar e não puder comparecer à assembleia, por favor enviar um e-mail com o seu nome e a justificativa para o endereço Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Segue aqui uma planilha, de acordo com dados informados à tesouraria do ANDES-SN, contendo o número máximo de delegado(a)s ao 39º CONGRESSO que cabe a cada seção sindical.

Vale ressaltar que os (as) professores(as) escolhidos (as) na assembleia representarão as deliberações da APROFURG, levando a posição da base para a discussão no evento mais importante do Sindicato Nacional.


Rio Grande, 03 de dezembro de 2019.
Cristiano Ruiz Engelke
Presidente

 

EDITAL DE CONVOCAÇÃO - ASSEMBLEIA GERAL - 12/12 - TODO O DIA (A PARTIR DAS 9H)

 

Ficam os Docentes sindicalizados da Universidade Federal do Rio Grande - FURG e IFRS - Campus Rio Grande convocados para a Assembleia Geral a ser realizada no dia 12 de dezembro, quinta-feira, na sede da APROFURG, às 9h, em primeira convocação, e, 9h30min, em segunda convocação, com qualquer quorum.

 

PAUTA:

- Discussão dos Trs* para o 39º Congresso do ANDES-SN.

 

*Lembrando os sindicalizados e as sindicalizadas que os famosos TRs (Texto de Resolução) são de extrema importância para as políticas e o planejamento do ANDES-SN, portanto a presença dos professores e professoras na assembleia se torna essencial neste momento.

obs: clique aqui para ler o caderno de textos.


O não comparecimento de vossa senhoria implicará no acatamento de todas as decisões tomadas na Assembleia.

 


Rio Grande, 03 de dezembro de 2019.
Cristiano Ruiz Engelke
Presidente

 

PROFESSORES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE QUE RECEBEM ABONO DE PERMANÊNCIA POSSUEM DIFERENÇAS DE GRATIFICAÇÃO NATALINA E NO ADICIONAL DE FÉRIAS

 

Os servidores públicos federais atuantes na Universidade Federal do Rio Grande são regidos pela Lei 8.112/90, mais conhecida como Regime Jurídico Único - RJU, bem como pelas leis específicas de cada carreira. 

O RJU prevê o pagamento dos servidores de parcelas como a GRATIFICAÇÃO NATALINA e o ADICIONAL DE FÉRIAS. 

A Gratificação Natalina é parcela equivalente ao 13º salário previsto para os trabalhadores da iniciativa privada. Já o Adicional de Férias é rubrica semelhante ao terço de férias do regime privado. 

Ambas as parcelas devem ser pagas levando em conta a totalidade da remuneração. 

Ocorre que a FURG não vem pagando corretamente as referidas parcelas para àqueles servidores que recebem o benefício do abono de permanência (vantagem paga ao servidor que preenche os requisitos de aposentadoria e opta por seguir em atividade). 

Isto porque a Universidade não inclui a parcela de abono de permanência, que é parcela remuneratória e deve integrar o salário para todos os fins, na base de cálculo da Gratificação Natalina e do Adicional de Férias. 

A APROFURG, como entidade sindical representativa dos Docentes vinculados à FURG, já apurou, em lista preliminar, quem são essas pessoas que possuem diferenças a buscar. 

Importante destacar que a lista é preliminar, podendo haver outros servidores que venham a se enquadrar na situação acima referida, sendo requisito para tanto o recebimento do benefício do abono permanência nos últimos cinco anos ou daqui para frente. 

Maiores informações podem ser buscadas nos atendimentos feitos pela Assessoria Jurídica na sede deste sindicato, nas terças e quintas pela manhã. 

 

Admir de Almeida Duro
Adriana Dora da Fonseca
Adriana Elisa Ladeira Pereira
Alvaro Luis da Rocha Figueira
Ana Laura Salcedo de Medeiros
Ana Luiza Muccillo Baisch
Ana Zeferina Ferreira Maio
Andre Tavares da Cunha Guimaraes
Anette Kummel Duarte
Antonio Cardoso Sparvoli
ANTONIO CARLOS CALVETE
Antonio Luis Schifino Valente
Berenice de Mattos Medina
Carla Imaraya Meyer de Felippe
Carlos Ademir Goncalves de Lima
Carlos Alberto Eiras Garcia
Carlos Alberto Medeiros Casanova
Carolina Alicia Coch Gioia
Catia Maria dos Santos Machado
Ceres Braga Arejano
Cesar Francisco Silva da Costa
Cesar Vieira Cordazzo
Clarisse Odebrecht
Claudete Rodrigues Teixeira Gravinis
Claudio Moss da Silva
Cleuza Maria Sobral Dias
Cristina Maria Loyola Zardo
Daniela Marti Barros
Danilo Koetz de Calazans
Dario de Araujo Lima
DECIO RODRIGUES DE OLIVEIRA
Dinei Neves Goncalves
Elaine Correa Pereira
Elaine Nogueira da Silva
Eliana Badiale Furlong
Eloi Melo Filho
Elvira do Carmo Pereira Lucas
Ernesto Luiz Casares Pinto
Ernesto Luiz Gomes Alquati
Evandro Costa
Fabiane Aguiar dos Anjos Gatti
FERNANDO D INCAO
Flavio Amado Hanciau
Francisco Antonio Branco Junior
Frederico Boffo
Gabriel Diogo Paulo Hamilton
Geani Farias Machado Fernandes
Geraldo Roberto da Silva
Gilberto Henrique Griep
Heitor Vieira
Helena Heidtmann Vaghetti
Henrique da Costa Bernardelli
Hugo Cataud Pacheco Pereira
Humberto Calloni
Humberto Camargo Piccoli
Ioni Goncalves Colares
Isabel Cristina de Oliveira Netto
Ivete Martins Pinto
Ivone Regina Porto Martins
Jaci Maria Bilhalva Saraiva
Jacqueline Sallete Dei Svaldi
Joao Paes Vieira Sobrinho
Joao Sarkis Yunes
Joaquim Vaz
Jorge Alberto Almeida
Jorge Alberto Vieira Costa
Jose Antonio Scotti Fontoura
Jose Antonio Vieira Flores
Jose Carlos Vieira Ruivo
Jose Francisco Almeida de Souza
Jose Luiz Lima de Azevedo
Jose Vicente de Freitas
Julio Cesar Touguinha de Almeida
Jussara Maria Silveira
Lauro Antonio Saint Pastous Madureira
Lauro Julio Calliari
Leila Mara Barbosa Costa Valle
Leni Beatriz Correia Colares
Luis Fernando Minasi
Luiz Antonio de Almeida Pinto
LUIZ AUGUSTO ANDREOLI DE
MORAES
Luiz Augusto Pinto Lemos
Luiz Carlos Krug
Maira Baumgarten Correa
Manoel Luis Martins da Cruz
Mara Regina Santos da Silva
Marcos Antonio Satte de Amarante
Marcos Henrique Mattos de Sa
Maria Cristina Freitas Brisolara
Maria da Graca Carvalho do Amaral
Maria da Graca Zepka Baumgarten
Maria de Fatima da Silva Serra
Maria do Carmo Galiazzi
Maria Renata Alonso Mota
Mariangela Paes da Cunha de Magalhaes
Marilei Resmini Grantham
Mario Roberto Chim Figueiredo
Mario Silveira Medeiros
Marlene Teda Pelzer
Marta Maria Marquezan Augusto
Marta Marques de Souza
Marta Regina Cezar Vaz
Marta Riegert Borba
Maura Dumont Huttner
Milton Luiz Pinho Espirito Santo
Mirella Pinto Valerio
Moacir Langoni de Souza
Monica Wallner Kersanach
Myriam de las Mercedes Salas Mellado
Nelson Lopes Duarte Filho
Nelson Monteiro Rangel
Nelson Pontes Riet Correa
Obirajara Rodrigues
Osmar Olinto Moller Junior
Paul Gerhard Kinas
Paulo Juarez Rieger
Paulo Renato Lessa Pinto
Paulo Roberto da Silva Munhoz
Paulo Roberto Martins Baisch
Paulo Roberto Soares Goncalves
Pericles Antonio Fernandes Goncalves
Raquel Rolando Souza
Raul Andres Mendoza Sassi
Regina Cecere Vianna
Regina Maria Carvalho Goncalves
Ricardo Leonardis Loureiro
Robert Betito
Roni de Azevedo e Souza
Rosemary Silva da Silveira
Rossana Madruga Telles
Sergio Luiz Alves Przybylski
Susana Juliano Kalil
Susi Heliene Lauz Medeiros
Susie Enke Ilha
Tales Luiz Popiolek
Teresa de Jesus Paz Martins Lenzi
Ubirata Soares Jacobi
Vera Lucia de Oliveira Gomes
Vera Regina Mendonca Signorini
Vera Torres das Neves
Volnei Andersson
Waldir Terra Pinto
Walter Augusto Ruiz
Walter Nunes Oleiro

 

 

 

Começou ontem, dia 29 de novembro, na APROFURG - Seção Sindical do ANDES-SN e se estende até o próximo domingo, dia 1º de dezembro, o Seminário de História e Memória do movimento docente: lutas por autonomia e liberdade, ontem e hoje”. A ideia do encontro é resgatar a história de luta dos professores e das professoras e do Sindicato. O evento também vai realizar a primeira etapa do Curso Nacional de Formação de 2019, com o tema "Reorganização da classe trabalhadora e os desafios para o movimento docente”. 

 

No final da tarde da última sexta-feira (29), os professores e professoras de diversas partes do país e sindicalizados(as) do ANDES-SN começaram a ocupar as cadeiras do Espaço Aprofurg, localizado no campus carreiros da Universidade Federal do Rio Grande (RS). Estados como o Rio de janeiro, Minas Gerais, Ceará, Paraíba, Bahia e a capital Brasília são algumas das localizações representadas pelos docentes que viajaram até o sul do Rio Grande do Sul para participar do Seminário, que foi organizado pelo Grupo de Trabalho de História do Movimento Docente (GTHMD) do ANDES-SN.

 

O presidente da APROFURG, Cristiano Engelke explicou o sentimento de sediar um evento desta magnitude na cidade do Rio Grande. “Uma honra para nós da APROFURG receber um seminário do ANDES-SN com esta importância e que trate da história de lutas do movimento docente ao longo dos quase 40 anos de história do ANDES-SN e dos quase 40 anos de história da APROFURG”, explicou Engelke.

 

Originalmente previsto para começar às 19h30min, a organização decidiu adiantar em uma hora o início do evento para valorizar e dar mais tempo de fala aos convidados que vieram dos quatro cantos do país. A mesa de abertura então, por volta das 18h30min foi formada pelo presidente da APROFURG, Cristiano Engelke, pelo representante da APTAFURG, Celso Carvalho e pelo integrante da diretoria do ANDES-SN, Guinter Leipnitz.

 

“Um evento nacional aqui na APROFURG é muito importante para todos nós. Sobretudo o tema deste evento que é sobre a história que vai nos ensinar muito. Hoje nós temos um problema, uma ruptura com a história, temos que estar correndo atrás e apresentando a história dos movimentos nas universidades para um conjunto de trabalhadores e trabalhadoras que chegam meio que fora dessa história e sem entender um pouco do movimento sindical”, explicou o representante da APTAFURG, Celso Carvalho.

 

Já o professor e representante da diretoria do Sindicato Nacional, Guinter Leipnitz, lembrou que o seminário é uma deliberação do 38º Congresso do ANDES-SN, que foi realizado em Belém, no início de 2019. “O resgate da história do sindicato e de toda a luta que foi construída ao longo desses quase 40 anos, que tiveram uma série de momentos históricos bastantes específicos, a pauta pela redemocratização, a pauta pela defesa da educação pública e pelo projeto de educação na constituição de 1988”, salientou Leipnitz, ao lembrar da motivação que levou o GTHMD a realizar o evento.



RODA DE CONVERSA 

 

A primeira roda de conversa prevista na programação tratava sobre o movimento docente na ditadura empresarial-militar no Brasil 1964-1985. Participaram da discussão Roberto Leher (UFRJ), Ana Maria Ramos Estevão  (Unifesp) e Cléverton Oliveira (membro da comissão da verdade da APROFURG). 

Ana Maria Ramos Estevão, que atua no campus de Santos (Fapesp) começou a sua fala lembrando do início da ditadura militar. “Eu não sou historiadora, o meu relato do período da ditadura será feito sob a ótica de uma militante. Me lembro que no início de abril de 1964, logo depois do início do golpe, houve um incêndio e a depredação da sede da União Nacional dos Estudantes no Rio de Janeiro, e foi por aí que começou a repressão aos movimentos ligados ao ensino. Logo após também foi invadida a Universidade de Brasília, que depois se tornou um dos ícones da resistência”, explicou a docente, que seguiu a sua explicação com toda a linha do tempo do período da ditadura, sempre pela ótica de militante.

O segundo a pegar o microfone foi o professor Roberto Leher. O docente da UFRJ lembrou uma particularidade que não deve ser comemorada pelos brasileiros. “A interpelação da história é extremamente importante para nós pensarmos a realidade brasileira hoje. O Brasil, na américa latina, se particulariza por ser um país que não trabalhou de forma sistemática a memória e o que foi a ditadura no nosso país. Não há imagens do que aconteceu”, disse Leher, salientando, ainda, que o país está vivendo um contexto em que uma situação muito perigosa ronda a democracia brasileira. 

Para finalizar os debates da noite do primeiro dia do evento, o historiador e membro da comissão da verdade da APROFURG, Cléverton Oliveira deu um panorama dos elementos locais da história da ditadura e da relação do período com a FURG. Cléverton também contou um pouco da história da cidade do Rio Grande, através de fotografias e explicações, para contextualizar os professores e as professoras que não conheciam o município. 




ATIVIDADE CULTURAL

 

Finalizando as atividades do primeiro dia do “Seminário de História e Memória do movimento docente: lutas por autonomia e liberdade, ontem e hoje”, o músico Leonardo Bulcão (Lunar) fez um pocket show apresentando as suas músicas para participantes do evento. Um momento de descontração depois de muito debate sério no Espaço Aprofurg.



 

Desde a posse de Jair Bolsonaro, a ala “ideológica” de extrema direita tem utilizado sistematicamente os órgãos do executivo para avançar em sua “guerra cultural”. O Ministério da Educação tem sido um espaço privilegiado, de onde emanam os mais diversos e infundados impropérios e ataques descabidos à ciência e ao projeto de educação pública, gratuita e de qualidade historicamente defendido pelo ANDESSN.

Infelizmente, a agenda de ataques e desqualificações que partem do MEC continua forte e intensa. Desde ontem, em um trecho de entrevista concedida ao “Jornal da Cidade” (um organismo de imprensa explicitamente favorável ao governo Bolsonaro) que tem circulado nas redes sociais, vemos Abraham Weintraub afirmando que as universidades federais são espaços de “doutrinação” e que abusam da autonomia universitária para, no interior do seu espaço físico, cultivar “plantações extensivas de maconha” (SIC) ou mesmo desenvolver “laboratório de droga sintética, de metanfetamina”. Tudo isso, ainda segundo o atual ministro, resulta de “uma estrutura muito bem pensada durante muito tempo” nas universidades federais.

Tal como em outras situações, Abraham Weintraub não apresenta nenhum dado que fundamente suas gravíssimas acusações. Apesar de afirmar que descobriu universidades que plantam extensivamente maconha ou produzem metanfetamina, o senhor ministro não apresenta uma única evidência que fundamente sua acusação. Trata-se, portanto, apenas de mais um ataque produzido por um governo que escolheu tomar a educação e a ciência como inimigos e obstáculos a serem combatidos e eliminados.

Desde os primeiros dias do governo Bolsonaro, o MEC foi aparelhado por seguidores de um astrólogo que têm nas universidades públicas um de seus principais inimigos. Ricardo Vélez-Rodríguez, o primeiro ministro da educação indicado por Jair Bolsonaro, tomou posse em 02 de janeiro afirmando explicitamente que combateria o “marxismo cultural”. Por conta dessa guerra, o MEC ficou meses inoperante.

Após longa crise no MEC, o governo Bolsonaro nomeou Abraham Weintraub, quem, desde então, apenas intensificou os ataques expressos por seu antecessor. Por conta desses ataques, o ANDES-SN emitiu notas de repúdio. Por exemplo, repudiamos: a declaração em que o atual ministro ameaçou contingenciar verbas da UFBA, UFF e UNB por “balbúrdia” (ver Circular nº 163/19), suas afirmações pedindo para que professore(a)s sejam denunciado(a)s (o que repercutiu até mesmo na grande mídia: https://glo.bo/35wmCyt) e, mais recentemente, repudiamos os ataques emitidos contra docentes de universidades federais, o(a)s quais foram qualificado(a)s por Weintraub como “zebras gordas” (ver Circular nº 389/19).

Por conta das declarações infundadas chamando docentes de universidades federais de “zebras gordas”, que absorvem uma “fortuna” do orçamento público, o ANDES-SN interpelou judicialmente o Ministro da Educação solicitando explicações sobre suas declarações, já que não apresentou qualquer estudo sobre a composição salarial do(a)s docentes de universidades e institutos federais de educação superior.

Da mesma forma, interpelaremos judicialmente o atual ministro solicitando provas de que as universidades são centros de plantio e produção de drogas e tomaremos todas as medidas cabíveis frente a mais um dos inúmeros ataques contra a educação.

Sabemos que as desqualificações proferidas por Weintraub cumprem a função de justificar seus inúmeros ataques contra a educação que se expressam especialmente em cortes no orçamento, tal como vimos ao longo de 2019. Recentemente, o governo Bolsonaro apresentou PL sobre o PPA 2020-2023 que corta em quase 34,9% as despesas com capital, o que significa inviabilizar a educação pública.

Por isso, mais uma vez, reafirmamos que resistiremos ao projeto de destruição da educação pública e gratuita que hoje é dirigido por Weintraub e Bolsonaro e que estaremos nas ruas lutando pela recomposição do orçamento da educação, contra o FUTURE-SE e em defesa da educação, ciência e tecnologia públicas, assim como da autonomia universitária.

Brasília (DF), 22 de novembro de 2019.

DIRETORIA DO ANDES-SINDICATO NACIONAL

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