ASSEMBLEIA UNIFICADA - 08/06 - 18H - SEDE DA APROFURG

Na próxima quarta-feira, dia 08 de junho, a Aprofurg - Seção Sindical do ANDES -SN, o Sindicato do Pessoal Técnico-Administrativo da FURG (Aptafurg), e o Diretório Central dos Estudantes (DCE) convocam toda a comunidade acadêmica para uma ASSEMBLEIA UNIFICADA, que vai ocorrer na sede da Aprofurg, campus carreiros da FURG, às 18h.

Pauta:

- Situação orçamentária da FURG e do IFRS - campus Rio Grande;
- Corte de verbas da educação;
- Cobrança de mensalidade nas universidades;
- Defesa das IFEs e da educação pública.


Esta assembleia também será descentralizada para os campi regionais e IFRS - Campus Rio Grande. No campus de Santo Antônio da Patrulha será na Sala 1206, Unidade de Bom Princípio. Em São Lourenço do Sul, na sala 1201, prédio 1. Em Santa Vitória do Palmar, sala 1204. No IFRS - (Campus Rio Grande)- será no anfiteatro.

 

 

A Aprofurg - Seção Sindical do ANDES-SN vai promover na próxima quinta-feira, dia 9 de junho, a atividade "pôr do sol na Aprofurg". O evento faz parte da programação do “Dia Nacional de Luta contra os cortes orçamentários na educação” e vai ocorrer no estacionamento do centro de convivência, campus carreiros da FURG, a partir das 17h.

 

ATRAÇÃO

Formada em maio de 2021, a Gabardines leva ao palco toda a energia e atitude do Rock'n'Roll, com performances marcantes e muita interação com o seu público.

Hoje, o repertório é composto exclusivamente por clássicos do Rock Gaúcho, hits de compositores e intérpretes consagrados. Os shows têm, em média, duas horas de duração e o público canta os hits do início ao fim.

 

Quem são?

Paulo Dantas, voz principal

Claudio Peres, baixo e voz

Jean Quaresma, bateria e voz

José Bonilha, guitarra e voz

 

 

Na próxima quarta-feira, dia 1º de junho, a Aprofurg - Seção Sindical do ANDES-SN promove o primeiro evento presencial do sindicato na cidade de Santo Antônio da Patrulha (SAP). A atividade terá como atração a cantora Márcia Freitas, juntamente com o músico, tecladista, arranjador e produtor musical,  Guilherme Gravem. A partir das 17h30min, na unidade de Bom Princípio, a comunidade poderá curtir muita Música Popular Brasileira (MPB), além de cancioneiro Gaúcho e Brasileiro. 

Para a integrante da diretoria da Aprofurg, e docente do campus de SAP, Cristiane Costa, o pôr do sol também reforça a defesa da educação pública. “Uma atividade cultural que vai marcar o retorno das atividades presenciais aqui na cidade de Santo Antônio da Patrulha. Além disso, é preciso reforçar a defesa da educação pública e de qualidade para todos, ainda mais neste momento em que infelizmente a educação pública está na mira dos interesses econômicos”, destaca Cristiane.

 

ATRAÇÃO

Márcia Freitas é cantora, musicista e professora natural de Santo Antônio da Patrulha.

Atuante nos festivais de música no RS, já foi premiada como melhor intérprete em diversos deles, como Moenda da Canção (Santo Antônio da Patrulha) Seara da Canção (Carazinho) Mar em Canto (Rio Grande) Tafoninha (Osório) e apresentou-se  no programa  Galpão Crioulo da  RBS TV. Márcia Freitas traz na voz a sensibilidade e a doçura da alma e do seu coração em interpretações marcantes da MPB, cancioneiro Gaúcho e Brasileiro.




 

 

Ficam os(as) Docentes da Universidade Federal do Rio Grande - FURG e IFRS - Campus Rio Grande convocados para a Assembleia Geral a ser realizada no dia 3 de junho, sexta-feira, na sede da APROFURG*, às 17h em primeira convocação, e, 17h30min, em segunda convocação, com qualquer quorum.

PAUTA:
- Informes;
- Eleição para delegação do CONAD;
- Análise de conjuntura;
- Mobilização da categoria;
- Proposta de paralisação em função dos cortes de verba das instituições de ensino federais;
- Deliberação de assembleia permanente;
- Assuntos gerais.

 

O não comparecimento de vossa senhoria implicará no acatamento de todas as decisões tomadas na Assembleia.


* Seguindo uma deliberação do 39º Congresso do ANDES-SN, as assembleias serão descentralizadas. No campus de Santo Antônio da Patrulha será na Sala 1201 Unidade de Bom Princípio. Em São Lourenço do Sul, na sala 1103, prédio 1. Em Santa Vitória do Palmar, sala 1203.


Rio Grande, 01 de junho de 2022
Marcia Borges Umpierre
Presidenta

 

Nota da Diretoria do ANDES-SN contrária à cobrança de mensalidades nas universidades públicas - não à PEC 206/2019

 

De forma inesperada, sem nenhum debate prévio, a CCJC – Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania – da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), pautou para a sessão da terça-feira, 24 de maio de 2022, a votação da Proposta de Emenda Constitucional – PEC 206/2019 – que pretende estabelecer a cobrança de mensalidade nas universidades públicas.

A PEC, de autoria do deputado federal general Peternelli (União Brasil SP), propõe a alteração com nova redação no inciso IV do Art. nº 206 da Constituição Federal para a seguinte forma: “O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais, ressalvada a hipótese do art. 207, § 3º.”

 

Na PEC apresentada, propõe-se o acréscimo, no art. nº 207, de parágrafo com a seguinte redação:

 

As instituições de ensino superior devem cobrar mensalidades, cujos recursos

devem ser geridos para o próprio custeio, garantindo-se a gratuidade àqueles

que não tiverem recursos suficientes, mediante comissão de avaliação da

própria instituição e respeitados os valores mínimo e máximo definidos pelo

órgão ministerial do Poder Executivo.

A PEC tem a relatoria do deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil SP), que em seu parecer votou pela admissibilidade da proposta. A aprovação na CCJC, a partir do parecer do relator, seria a primeira fase de tramitação de um projeto, na qual são analisadas apenas questões técnicas, sendo autorizada ou não a sua tramitação. Caso aprovado, o texto segue para uma comissão especial que discutirá o seu mérito. Após essa tramitação, a proposta poderá seguir para as votações no Plenário da Câmara e do Senado.

O ANDES-SN mobilizou toda a sua categoria para dizer não à cobrança de mensalidades nas instituições públicas de ensino superior e, junto com estudantes e a FASUBRA, estivemos no Plenário I da Câmara dos Deputados, para pressionar a(o)s deputada(o)s daquele colegiado a barrar a votação e derrubar a proposta.

A proposta não apresenta o debate necessário e de fundo da discussão sobre políticas públicas e o direito à educação. Na verdade, estamos muito longe de atingir as metas do PNE para a educação superior, que prevêem 33% de matrículas para jovens de 18 a 24 anos. De acordo com levantamento da ABMES - Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior, no atual ritmo de expansão das matrículas, essa meta só seria atingida em 2040, com 16 anos de atraso.

Além disso, para garantir a inclusão de estudantes com renda de até 3 salários mínimos é preciso políticas nas universidades para que o(a)s estudantes possam ter condições de estudar, tais como restaurante universitário subsidiado, residência estudantil e apoio para comprar equipamentos de uso individual, como livros e materiais de uso cotidiano dos cursos, bem como bolsas de Iniciação Científica, Etxtensão e monitoria.

Esse tema é parte da agenda neoliberal que aparece mais uma vez visando a privatização das universidades públicas. O texto justifica essa cobrança com as orientações do Banco Mundial, de 2017, e dados da OCDE, de 2018, apontando que algumas universidades no mundo são pagas.

O grande debate que precisamos trazer é que não se discute o financiamento da educação, mas se mantém o pagamento da dívida externa, muito menos se apresenta a taxação das grandes fortunas.

A proposta é mais absurda quando diz que o(a)s estudantes já aprovado(a)s para cursar a educação superior terão que aguardar na fila para comprovação da sua condição de pobreza.

Importante lembrar que a Pesquisa da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), de 2018, indicou que 70,2% dos alunos do ensino superior estão na faixa de renda mensal familiar per capita de 1,5 salário mínimo. Outro dado mostrou que estudantes que cursaram ensino médio em escolas públicas foram maioria absoluta, sendo 64,7%. E o(a)s que cursaram em escolas particulares representaram 35,3%. Na proposta da PEC, mesmo com estes dados reais, estes ainda terão que passar por comissão para provar a condição de pobreza.

O movimento realizado durante a Audiência saiu vitorioso e arrancou de lá a proposta, apresentada pela Deputada Maria do Rosário – PT/RS e subscrita pelos deputados dos partidos presentes, de Audiência Pública para debater a PEC 206 e a situação das universidades públicas.

É muito importante mantermos a mobilização da base do ANDES-SN em articulação com a FASUBRA, SINASEFE e movimento estudantil para derrubar a PEC 206/2019 e todas as propostas que intentem acabar com a educação pública no Brasil.

O ANDES-SN continuará atento e mobilizando sua categoria para acompanhar a tramitação da PEC, pois nossa luta é para ampliar a presença das Mulheres, de Negros e Negras, Quilombolas, População LGBTQIA+ e Povos Originários nas Universidades.

Diga não à cobrança de mensalidade nas universidades públicas!

Educação pública é um direito e não é mercadoria!

 

Brasília (DF), 25 de maio de 2022

Diretoria do ANDES-Sindicato Nacional

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