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O segundo dia do Seminário Regional sobre Privatização na Educação no RS, realizado na noite de 23 de setembro pela FURG, trouxe ao debate um retrato minucioso de como a lógica privada se instala, muitas vezes de forma pouco visível, dentro da rede pública gaúcha. Com a mesa "Processos e Sujeitos da Privatização da Educação Básica no RS", mediada pela professora Cassiane Freitas Paixão, o seminário recebeu a professora Maria de Fátima Cóssio, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), e o professor Edson Garcia, segundo vice-presidente do CPERS-Sindicato e coordenador do Coletivo Estadual de Igualdade Racial e Combate ao Racismo da entidade.
Ainda em formato on-line, o evento reafirmou o convite para o encerramento do ciclo: nesta quinta-feira, 24 de setembro, o seminário finalmente se reunirá presencialmente, no auditório do Instituto de Letras e Artes (ILA) da FURG, Campus Carreiros, a partir das 19h, para a construção coletiva da carta final do evento.
O mapeamento das parcerias público-privadas no RS
Líder do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Políticas Educacionais (NEPPE) da UFPel, Maria de Fátima Cóssio apresentou os resultados de uma pesquisa que reuniu, desde 2014, grupos da UFPel, da UFRGS e da FURG para mapear parcerias público-privadas nos 497 municípios gaúchos. O trabalho identificou parcerias em 334 municípios, a partir de 1.374 notícias mapeadas, 472 instituições privadas distintas e quatro eixos investigativos: formação de professores, oferta de vagas na educação infantil, consultoria e assessoria em gestão, e materiais didáticos e sistemas apostilados.
A formação continuada de professores concentrou o maior número de ações mapeadas — 492 notícias, ou 35,8% do total —, com temas centrais como cooperativismo, empreendedorismo, educação financeira e competências socioemocionais. Cóssio classificou esse tipo de atuação como uma "privatização suave" — não pela sua importância menor, mas por seu baixo custo e baixa visibilidade. "É uma privatização silenciosa, sem compra de vagas, nem transferência direta da oferta, mas com influência contínua nos sentidos, nas práticas e no conteúdo da educação básica", afirmou. A pesquisadora destacou ainda que, apesar de as parcerias serem justificadas pela promessa de melhoria do IDEB, as próprias instituições privadas não comprovam, em seus relatórios, qualquer relação direta entre sua atuação e a evolução dos indicadores.
Situando o fenômeno no contexto do capitalismo neoliberal e da chamada "nova gestão pública" — que introduz, segundo a pesquisadora, "princípios e ações próprias da iniciativa privada" na organização dos setores estatais —, Cóssio recuperou o conceito de parceria público-privada como uma relação entre "projetos societários em disputa" e defendeu que a resistência organizada tem sido capaz de conter avanços privatistas. Ela citou como exemplo recente a suspensão, pelo Ministério Público, do processo de concessão de escolas estaduais à iniciativa privada, e relembrou como sua equipe conseguiu, em 2014, barrar judicialmente a contratação da consultoria Falcone pela Prefeitura de Pelotas para gerir a rede municipal — um contrato que custava o triplo do investimento anual nas escolas e cuja "expertise", segundo a pesquisadora, nunca havia incluído a área da educação.
CPERS denuncia entrega da gestão de escolas e precarização docente
Na sequência, Edson Garcia detalhou o alcance do projeto de parceria público-privada nas escolas estaduais gaúchas, que classificou não como parceria, mas como entrega. Segundo o professor, o projeto prevê a transferência da gestão de 98 escolas estaduais a concessionárias brasileiras ou estrangeiras por 25 anos, com um valor total de repasse de R$ 4,8 bilhões — enquanto escolas da rede hoje recebem, em média, entre R$ 4 mil e R$ 12 mil mensais para se manter, as concessionárias passariam a receber mais de R$ 170 mil por mês apenas para gerenciar essas unidades. "É algo criminoso, porque é a população pagando para que concessionárias brasileiras ou estrangeiras gerenciem escolas públicas", afirmou, lembrando que o projeto foi retirado, por ora, da Bolsa de Valores, mas segue como ameaça.
Garcia também tratou da precarização da carreira docente: o estado conta hoje com mais de 27 mil profissionais contratados, resultado de anos sem concurso público, e a nomeação dos aprovados nos concursos mais recentes segue incompleta. Ele criticou ainda a cobrança de previdência sobre aposentados — medida da qual, segundo o professor, "o Rio Grande do Sul foi o primeiro estado a aderir" — e a erosão da parcela de irredutibilidade salarial dos docentes da ativa.
Um dos pontos centrais de sua fala foi a chamada plataformização do trabalho docente. Para o professor, o preenchimento constante de planilhas exigido pela Secretaria de Educação serve, sobretudo, para abastecer bancos de dados de instituições privadas, sendo apresentado à categoria sob a promessa de um "14º salário" que, segundo ele, não passa de bonificação meritocrática distribuída conforme rankings entre escolas. "Não é um 14º salário. Na realidade, é um abono com cunho meritocrático, porque as escolas foram ranqueadas", explicou.
Garcia relacionou o avanço privatista a uma dimensão racial e de classe, lembrando que 78% dos estudantes brasileiros e 79% dos gaúchos estão hoje na rede pública, e que entre 41% e 60% se autodeclaram pretos ou pardos. Citando a intelectual Bell Hooks, o professor defendeu a necessidade de analisar a escola pública a partir da interseccionalidade entre raça, classe, gênero e território. Ele também apontou o fechamento de bibliotecas escolares por falta de concurso para bibliotecários, a terceirização de funcionários, a permissão do chamado "notório saber" — que dispensa formação para lecionar — e os efeitos do "novo ensino médio", que, ao restringir trilhas formativas, "retira as possibilidades de alunos e alunas que queriam seguir determinados estudos".
O professor fez ainda questão de diferenciar o modelo de escola militarizada em disputa no estado dos colégios militares já existentes. Segundo ele, o novo projeto funciona, na prática, como forma de emprego para militares aposentados aos 45 anos, e tende a excluir estudantes com deficiência ou neurodivergências. Garcia relatou o caso de um professor que, em uma das caravanas do CPERS pelo interior do estado, pediu desculpas publicamente após seu irmão, diagnosticado com TDAH, ter sido "convidado a se retirar" de uma escola militarizada. "A escola pública é a escola que agrega, é a escola que acolhe", resumiu.
Debate: contrarreforma, financeirização e o papel da resistência
No espaço de perguntas, provocada sobre se as atuais formas de privatização alteram a própria natureza pública da educação, Cóssio foi direta: "Eu tenho certeza disso". A pesquisadora comparou o atual "novo ensino médio" a uma contrarreforma que resgata, sob nova roupagem, o modelo de profissionalização imposto pela ditadura militar em 1971, e descreveu como a lógica do empreendedorismo individualiza a responsabilização dos estudantes pelo próprio sucesso ou fracasso. "Essas lógicas passaram a circular no interior da escola como verdades", alertou, defendendo o papel do sindicato e da universidade na denúncia — e também no "anúncio de possibilidades".
Encerrando os trabalhos, Edson Garcia defendeu a centralidade do voto no atual momento político e recuperou a "pedagogia da indignação" e a "pedagogia dos sonhos possíveis", de Paulo Freire, como horizonte de luta. "Nós queremos jovens e adultos com futuro. Nós queremos jovens e adultos que sejam felizes", concluiu.
O seminário se encerra nesta quinta-feira, 24 de setembro, com a construção coletiva da carta final do evento.
Último dia
Nesta quinta-feira, 24 de setembro, o Seminário Regional sobre Privatização na Educação no RS chega ao seu terceiro e último dia — pela primeira vez, de forma presencial, no auditório do Instituto de Letras e Artes (ILA) da FURG, Campus Carreiros, a partir das 19h.
A mesa temática intitulada "Formas de resistir ao avanço privatista na educação básica" traz as(os) palestrantes Andréa Nunes (CPERS Sindicato), Suzane Teixeira Barros (SINTERG - Rio Grande) e Pedro Arthur Piva Silva (Grêmio Estudantil da Escola Estadual Carlos Loréa Pinto - Rio Grande). A mediação vai ficar por conta do professor Ricardo Gonçaves Severo (FURG). Após os debates, às 21h, será feita a leitura da carta final produzida ao longo do seminário, com posicionamentos e encaminhamentos das entidades participantes para o debate da política educacional no Rio Grande do Sul.

Um temporal que deixou grande parte de Rio Grande sem luz e sem internet quase impediu que o Seminário Regional sobre Privatização na Educação no RS começasse na data prevista. A reorganização foi rápida — a abertura, marcada para acontecer presencialmente, migrou para o formato on-line — mas o gesto de resistência ficou registrado antes mesmo da primeira fala: mesmo em meio à crise climática, pesquisadores, entidades sindicais e movimento estudantil garantiram, na noite de 22 de setembro, o início de um debate que a Universidade Federal do Rio Grande (FURG) considera urgente.
Com o tema "Em defesa do caráter público da educação e da gestão das escolas", o seminário nasceu da articulação de três grupos de pesquisa da FURG — o Grupo de Estudos em Políticas Educacionais (GEDUCAÇÃO), o Grupo de Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER) e o Grupo Dinâmicas Políticas, Estado e Movimentos Sociais (DIPEM) —, com apoio do Programa de Pós-Graduação em Educação, do Instituto de Educação e financiamento da FAPERGS. O evento seguirá até o dia 24.
Abertura reúne entidades e reafirma denúncia às PPPs
A mesa de abertura reuniu representantes do CPERS-Sindicato, da FURG, do Grêmio Estudantil da Escola Estadual Carlos Lorea Pinto e da comissão organizadora do seminário, coordenada pela professora Cassiane Freitas Paixão. Representando o sexto núcleo do CPERS, Andréia Nunes da Rosa lembrou que o processo de privatização na rede estadual se intensificou após a pandemia e citou a tentativa recente de leiloar 98 escolas estaduais para a gestão privada.
O presidente da APROFURG, Gustavo Miranda, também compôs a mesa e reforçou a posição histórica da seção sindical. "Essa é uma bandeira do ANDES Sindicato Nacional, a qual a APROFURG é uma seção sindical, e ele é uma bandeira principal do nosso sindicato, é a defesa da educação pública gratuita, laica, de qualidade e socialmente referenciada", afirmou. Miranda classificou como "um absurdo" o projeto do governo Leite de repassar a gestão de escolas estaduais à iniciativa privada e defendeu a articulação entre a luta pela educação pública estadual e federal.
Representando o Grêmio Estudantil da Escola Estadual Carlos Loréa Pinto , Pedro Arthur Piva destacou a importância de trazer ao debate a voz de quem vive a escola cotidianamente. Já o professor Leonardo Dorneles Gonçalves, coordenador do GEDUCAÇÃO e mediador da primeira mesa temática, agradeceu às entidades parceiras do evento — entre elas a APROFURG, o DCE da FURG, a APTAFURG e o Grêmio Estudantil — pelo apoio na reestruturação do seminário diante da crise climática.
Mercantilização: décadas de disputa pelo fundo público
A primeira mesa temática, "Entre a Mercantilização e a Militarização: as Dinâmicas e as Dimensões da Privatização na Educação no Contexto Brasileiro e Latino-Americano", trouxe a professora Vera Maria Vidal Peroni, da UFRGS, e o professor Ricardo Gonçalves Severo, da FURG.
Peroni, que coordena há quase 25 anos o Grupo de Pesquisa Relações entre o Público e o Privado na Educação (GPRPPE), situou a privatização não como um processo isolado, mas como parte de uma correlação de forças entre projetos societários em disputa. "A relação entre o público e o privado é sempre um processo de correlação de forças, onde o público é vinculado ao democrático e aos direitos sociais materializados em políticas", explicou. Para a pesquisadora, o atual período do capitalismo combina neoliberalismo, neoconservadorismo e neofascismo, todos convergindo, por vias distintas, para menos Estado e menos direitos — inclusive por meio de novas formas de "capitalismo na era digital" e do que chamou de "solucionismo tecnológico".
A pesquisadora apresentou um panorama do avanço privatista no Rio Grande do Sul: já em 2018, o plano de governo de Eduardo Leite previa um "Estado para o empreendedorismo e a competitividade"; em 2019, o programa Jovem RS Conectado no Futuro trouxe o Itaú Social e o Sebrae para dentro da política educacional estadual; em 2021, a secretaria de Educação passou a ser ocupada por integrante fundadora do movimento Todos pela Educação; em 2022, uma capacitação em larga escala de professores foi feita em parceria com o Instituto Ayrton Senna. No segundo governo Leite, um pacote de quatro projetos de lei aprovado em dezembro de 2023 resultou, entre outras mudanças, na Lei Complementar 16.086/2024 (marco legal da educação gaúcha, com foco em metas de IDEB e estímulo à municipalização) e em uma nova lei de gestão democrática que prevê a substituição de diretores por descumprimento de metas pedagógicas avaliadas pelas Coordenadorias Regionais de Educação.
Peroni também detalhou a disputa em torno das parcerias público-privadas de infraestrutura escolar: embora a venda em bolsa de valores de 98 escolas estaduais por 25 anos tenha sido barrada até aqui, um novo edital de concessão prevê lucro líquido projetado de R$ 33 milhões — 6,8% maior que o anterior — com recursos do FPE e do Fundeb citados como garantia. "É algo muito, muito grave que estamos tentando, e continuamos, e temos que continuar muito atentos", alertou, lembrando que o projeto "já veio várias vezes e foi barrado várias vezes".
Militarização como forma de gestão privatista
Complementando a exposição, Ricardo Severo, do grupo de pesquisa DIPEM, tratou da militarização da educação pública como uma face específica — e brasileira — desse mesmo processo. Recorrendo ao conceito de "modernização conservadora" do sociólogo estadunidense Michael Apple, Severo situou o fenômeno no país a partir de suas particularidades históricas: a presença constante dos militares desde a fundação da República e, mais recentemente, a ascensão de lideranças neopentecostais de recorte autoritário.
O pesquisador diferenciou os modelos hoje em curso no Rio Grande do Sul. Nas escolas cívico-militares, regulamentadas pela Lei estadual 16.128/2024, a Brigada Militar atua por meio da figura do "monitor cívico-militar" e o projeto precisa de aprovação da comunidade escolar por maioria simples — ainda que, segundo relatos citados pelo pesquisador, essa aprovação nem sempre ocorra sem manobras. Já nos colégios do modelo Tiradentes, fruto de convênio entre a Brigada Militar e a Secretaria de Educação, a direção e o corpo administrativo são ocupados por militares, enquanto professores e coordenação pedagógica permanecem civis — um modelo de ingresso seletivo, com prova teórica e física, e cota de cerca de 50% das vagas para filhos de policiais militares.
A partir de entrevistas com docentes da rede, Severo identificou que a adesão a esses modelos costuma ser motivada pela busca de disciplina, autoridade e segurança em sala de aula, num contexto de crescimento da violência contra professores e de crise de confiança nas instituições. "A ideia é que existe uma compreensão, em parte significativa do senso comum no país, de que é competência dos militares organizar a sociedade", observou, ressaltando que sua pesquisa adota uma postura compreensiva, e não apologética, diante desses sujeitos.
Provocado pelo mediador sobre se a militarização configura, ela própria, uma forma de privatização, Severo e Peroni concordaram que sim: ao transferir a direção escolar a instituições — militares ou religiosas — sem qualquer tradição de gestão democrática, o processo disputa o mesmo terreno que a mercantilização, o controle sobre o conteúdo, a gestão e a rotina da escola pública. Peroni chamou atenção ainda para a crescente presença de agendas ligadas à teologia do domínio em audiências públicas sobre o Plano Nacional de Educação, e Severo apontou a expansão da influência neopentecostal nas capelanias das polícias militares estaduais como um fenômeno pouco monitorado, mas relevante para entender os rumos da educação nos estados.
Resistência como horizonte
Ao encerrar, Peroni relembrou que o GPRPPE pesquisa privatização no Rio Grande do Sul há mais de 20 anos e destacou a resistência estudantil observada em outros países latino-americanos, como o Chile, como fonte de esperança. "Eu sempre digo que, se os professores não fossem tão importantes, não existiria tanta camisa de força a ser colocada nos professores", afirmou, associando o controle crescente do trabalho docente — via plataformas e materiais padronizados — à disputa em curso pelo conteúdo da escola pública. Severo, por sua vez, defendeu que compreender as razões da adesão a esses modelos, sem tratar os sujeitos envolvidos "como idiotas", é condição para construir alternativas capazes de convencer além do já convencido.
O seminário segue nos próximos dias com novas mesas temáticas, entre elas uma dedicada especificamente às redes municipal e estadual do Rio Grande do Sul, e será encerrado com a elaboração coletiva de uma carta final com encaminhamentos para o debate da política educacional no estado. A APROFURG, entidade apoiadora do evento, reafirma seu compromisso com a defesa da gestão democrática e do caráter público da educação diante do avanço simultâneo da mercantilização e da militarização da escola brasileira.
Confira a programação de hoje, 23 de setembro
Nesta terça-feira, 23 de setembro, o Seminário Regional sobre Privatização na Educação no RS segue com a mesa temática "Processos e sujeitos da privatização da educação básica no RS", às 19h, com transmissão on-line. A mediação será de Cassiane de Freitas Paixão (FURG) e os(as) convidados(as) são Maria de Fátima Cóssio (UFPel) e dson Garcia (Coletivo Estadual de Igualdade Racial e Combate ao Racismo – CPERS Sindicato). Após as falas, haverá espaço para debate com o público, com encerramento previsto para as 22h.
Acompanhe pelo YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=RzYAiZ3EwWI

A Comissão Eleitoral da APROFURG, formada por Gustavo Borba de Miranda (presidente), Julia Silveira Matos e Rodolfo Caparelli, reuniu-se na manhã desta terça-feira, 22 de setembro, para a abertura dos envelopes com as chapas inscritas para a eleição da diretoria do sindicato no biênio 2026-2028. Duas chapas concorrem ao pleito.
Chapa Luta e Diversidade
Presidente: Angélica Conceição Dias Miranda (ICHI)
Vice-Presidente: Itiara Gonçalves Veiga (EQA)
Secretário-Geral: Tiago Dziekaniak Figueiredo (IMEF)
1º Secretário: Denise Vieira de Sena (IMEF)
Tesoureiro-Geral: Milton Luiz Paiva de Lima (EE)
1º Tesoureiro: Leonardo Dorneles Gonçalves (IE)
Primeiro Suplente: Simone Quadros Alvarez (EEnf)
Segundo Suplente: Marcia Borges Umpierre (ICEAC)
Terceiro Suplente: Tiarajú Alves de Freitas (ICEAC)
Quarto Suplente: Jarbas Greque Acosta (Aposentado ICHI)
Chapa APROFURG em Movimento e Luta!
Presidente: César Beras (ICHI)
Vice-Presidente: Jaci Bilhalva Saraiva (IO)
Secretário-Geral: Raphael Albuquerque de Boer (ILA)
1º Secretário: Renato Della Vechia (ICHI)
Tesoureiro-Geral: Fabiane Binsfeld (EE)
1ª Tesoureiro: Adriana Fraga da Silva (ICHI)
Primeiro Suplente: Darciele Paula Marques Menezes (ICHI)
Segundo Suplente: Letícia da Costa Chaplin (ILA)
Terceiro Suplente: Gustavo Martinez Souza (IMEF)
Quarto Suplente: Rodrigo Aquino de Carvalho (ICHI)
O prazo para interposição de recurso de impugnação das chapas e candidaturas é 23 e 24 de setembro. Não havendo impugnação, a homologação ocorre em 25 de setembro. Esta é a primeira eleição para a direção do sindicato com paridade de gênero.
Leia o edital em -> https://tinyurl.com/edital2026-208apro


A Secretaria da APROFURG – Seção Sindical do ANDES-SN informa que a reunião da Comissão Eleitoral para a divulgação das chapas inscritas na eleição da Diretoria, biênio 2026-2028, foi reagendada para amanhã, dia 22 de setembro, em razão dos eventos extremos ocorridos nesta madrugada em Rio Grande. A divulgação, portanto, foi adiada em 24 horas. Contamos com a compreensão de todas e todos.