Devido ao recesso de carnaval, não haverá expediente da Aprofurg nos dias 15 e 16 de fevereiro.

 

As atividades retornam* na quarta-feira, dia 17, ao meio-dia.

 

* Lembrando a todos e todas que seguiremos em trabalho home office.



 

EDITAL DE CONVOCAÇÃO - ASSEMBLEIA GERAL ONLINE*- 17/02 - 15H30MIN


Ficam os Docentes sindicalizados da Universidade Federal do Rio Grande - FURG e IFRS - Campus Rio Grande convocados para a Assembleia Geral a ser realizada no dia 17 de fevereiro, quarta-feira, na plataforma google meet online, às 15h30min, em primeira convocação, e, 16h, em segunda convocação, com qualquer quorum.

 

PAUTA:

- Eleição para delegada(o) e observadoras(es) do 11º CONAD;

O não comparecimento de vossa senhoria implicará no acatamento de todas as decisões tomadas na Assembleia.

obs: Para inscrição e participação na assembleia online, os sindicalizados e sindicalizadas devem enviar um e-mail manifestando o interesse para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. até a próxima quarta-feira, às 15h.

O link do google meet será enviado para o e-mail de todos e todas que se inscreverem na assembleia geral.

 


Rio Grande, 12 de fevereiro de 2021.

Marcia Borges Umpierre

Presidenta

 

 

 

A Revista Universidade e Sociedade - US é uma publicação semestral,  editada pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior – ANDES-SN, cujo intuito é fomentar as pesquisas e debates relacionados tanto às  experiências no campo da pesquisa acadêmica como oriundos das experiências sindicais  e sociais acerca de temas de relevância para as lutas empreendidas pelo(a)s docentes em  busca de uma universidade pública, gratuita e de qualidade, em âmbito nacional. 

A diretoria do ANDES-SN deliberou que o tema central do número 68  da revista US será "40 anos do ANDES-SN: luta e resistência".  

Além dos artigos temáticos, também são aceitos artigos sobre questões  da educação superior brasileira tais como: estrutura das universidades, sistemas de  ensino, relação entre universidade e sociedade, política universitária, política  educacional, condições de trabalho, questões de cultura, artes, ciência e tecnologia,  apresentação de experiências de organização sindical de outros países, além de resenhas 

críticas de livros. 

Os artigos enviados deverão obedecer à normatização abaixo e ser  submetidos até o dia 12 de abril de 2021. Orientamos que os artigos sejam encaminhados para o endereço eletrônico: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..  

 Esta edição US68, também, contemplará uma reportagem fotográfica,  intitulada: “As mulheres, suas lutas e conquistas, na história dos 40 anos do  ANDES-SN”. Solicitamos o empenho do(a)s jornalistas das seções sindicais e todo(a)s  o(a)s que puderem contribuir para o envio de fotos constantes do acervo das ssind sobre  essa temática. 

 Importante ressaltar alguns requisitos básicos para formatação: • no máximo cinco fotos por seção sindical, com uma resolução mínima de 300 DPI e  numeradas de 1 a 5;

  • o nome do(a) autor(a) de cada foto; 
  • a seção sindical a qual pertence (se for o caso); 
  • a legenda da(s) foto(s) (pequeno texto salvo em formato Word, com numeração de 1 a  5, descrevendo o contexto, o local e a data em que ocorreu o registro). O depósito das fotos numeradas de 1 a 5, juntamente com o texto da  legenda, deverá ser feito no link

https://drive.google.com/drive/folders/1WYH1xOXLIf0z9IWkbGs0tmUuC12sahD2 Nesse link, cada seção sindical deverá abrir uma pasta com o seu nome e  depositar as fotos numeradas e o arquivo com a legenda, até o dia 22 de março de  2021

Esta edição comemorativa ainda contará com um Painel de  Depoimentos: “Minha história com o ANDES-SN”. Para isso pedimos que as seções  sindicais mobilizem o(a)s sindicalizado(a)s e nos enviem os depoimentos mais  relevantes. Serão selecionados 24 depoimentos, 2 (dois) de cada regional, por conta da  limitação de espaço editorial.  

Requisitos para o envio: poderá conter texto em formato “.doc(x)”, no  formato A4 (21 cm × 29,7 cm); margem esquerda e superior: 3 cm; margem direita e  inferior: 2 cm; espaçamento de 1,5 entre as linhas; até 1200 caracteres com espaço; até 3  fotos com resolução mínima de 300 DPI e numeradas de 1 a 3; o nome do(a) autor(a) de  cada foto; o movimento social ao qual pertence (se for o caso); a legenda da(s) foto(s) - pequeno texto descrevendo o contexto, o local e a data em que ocorreu o registro. O  depósito das fotos numeradas de 1 a 3, juntamente com o texto, deverá ser feito no linkhttps://drive.google.com/drive/folders/1C4LZOAlFRRhS-x0_9gjLDQpipUcaWTOv 

Nesse link, cada seção sindical deverá abrir uma pasta com o seu nome,  depositar as fotos numeradas com as respectivas legendas, o arquivo do texto e, um  arquivo “.doc(x)” com o seu mini currículo (cerca de 3 linhas), endereço completo com  CEP, telefones e endereço eletrônico (e-mail), para contatos do(a)s editore(a)s, até o dia  22 de março de 2021

 

 

NOTA DA DIRETORIA NACIONAL DO ANDES-SN: AULAS PRESENCIAIS SÓ COM  VACINA PARA TODOS E TODAS, JÁ!  

A situação da pandemia se agrava a cada dia. Agora não se morre apenas da própria  COVID-19, mas também pelas sequelas de um sistema de saúde em colapso e absolutamente  sobrecarregado, do qual a situação de Manaus é a mais emblemática, levando dezenas de pessoas a  morte por asfixia diante da ausência de oxigênio.  

Alguns especialistas chamam de segunda onda e outros apontam que no Brasil nem sequer a  primeira onda foi controlada, já que não tivemos medidas firmes de isolamento social e fechamento  das cidades. O fato é que vivemos hoje uma realidade em que mais de 220 mil pessoas morreram e  9 milhões já foram contaminadas, sem contar com as subnotificações de um país que nega a ciência,  o Sistema Único de Saúde (SUS) e prioriza o capital em detrimento da vida.  

 O ANDES-SN reafirma a necessidade da vacinação para todos e todas já, como estratégia  coletiva, baseada na ciência, de possibilidade de controle da pandemia. Entendemos que o Plano  Nacional de Imunização deve contemplar toda a população brasileira, pois só atingiremos uma  imunização com segurança quando 70% da população for vacinada. Devido à desorganização do  Ministério da Saúde para a vacinação em massa, é preciso que seja respeitado um calendário que  atenda os grupos prioritários. Neste sentido, entendemos que o conjunto da categoria deve seguir o  calendário apresentando. Ao mesmo tempo, é preciso acelerar o processo de imunização, com a  aprovação de outras vacinas pela ANVISA e a compra dos insumos necessários à fabricação no  país. Somente com essas medidas poderemos ter condições de um planejamento eficiente para a  imunização de toda a população. 

 A compreensão do ANDES-SN é que a luta imediata deve ser pela imunização do conjunto  da população, até atingirmos o percentual estipulado pelas organizações da saúde, para o controle  da pandemia. É necessário responsabilizar o governo federal pelas mortes, pela alta contaminação e  especialmente pela lentidão do Plano Nacional de Imunização (PNI).  

 Desde o início da pandemia todas as ações do governo federal foram pautadas na perspectiva  negacionista e da anticiência, explicitada em inúmeras falas de desprezo em relação às mortes, além  da omissão em investir no Ministério da Saúde e no SUS, e num planejamento para a imunização, o  que obrigatoriamente exigiria a compra de vacinas e de insumos. Mais do que isso, o governo  federal sequer cogita a hipótese de quebra de patentes para acelerar a produção de vacina, em uma explícita posição de não se chocar com os interesses na mercantilização das vacinas pela indústria  farmacêutica.  

 Defendemos que a alternativa à falta de planejamento do governo federal, ao invés de  antecipar vacinação à(o)s docentes, deve ser a de lutar para que somente com vacinação para todas  e todos poderemos cogitar o retorno presencial às aulas. A antecipação da vacinação só estaria  servindo para atender especialmente às pressões do setor privado da educação e aos governos que  querem o retorno às aulas presenciais em prejuízo da vida. Isto aglomeraria e tornaria ainda mais  exponencial, pela natureza do trabalho escolar, a contaminação do(a)s demais trabalhadore(a)s que  não estão inserido(a)s nas prioridades.  

Essa posição é política mas, acima de tudo científica e se pauta nos seguintes elementos:  - O(A)s menores de 18 anos não estão incluído(a)s no PNI devido à falta de testagem para essa  faixa etária, o que impõe que o restante da população seja imunizada para que a pandemia seja  controlada;  

- As crianças têm mais possibilidade de serem assintomáticas, mas nem por isso deixam de se  contaminar e de transmitir. Portanto, crianças expostas tem mais riscos de se contaminar e de serem  vetor de transmissão para dentro de sua casa, caso suas famílias não tenham sido imunizadas;  - O fato do(a)s professore(a)s se imunizarem não significa, pelos estudos e comprovação de eficácia  das vacinas disponibilizadas, que não se contaminarão. Significa apenas que uma vez imunizado(a)s  ficam resguardado(a)s de sintomas mais graves da COVID-19. Ou seja, não impede totalmente a  contaminação e, portanto, não impede que professores e professoras também sejam vetores de  transmissão. Mais um motivo para defender a imunização da população respeitando os grupos  prioritários do Plano Nacional de Imunização, do qual profissionais da educação já fazem parte;  - Em dez meses de pandemia muitos trabalhadores e trabalhadoras não puderam realizar trabalho  remoto e se mantiveram exposto(a)s aos riscos da contaminação. Muitos se contaminaram e muitos  morreram. Nesse momento, em que tem início a imunização, defendemos que esses/essas  trabalhadore(a)s devem ter prioridade na vacinação, assim como os grupos mais vulneráveis. Por  isso, defendemos o retorno presencial só com vacina para todos e todas e continuar com o trabalho  remoto, de forma excepcional, enquanto não houver vacinação em massa para preservar vidas;  - É necessário que se considere que a maior parte da população que acessa a educação pública,  utiliza-se de transporte coletivo público, o que em si já representa um risco de contaminação. Mais gente nos ônibus, mais circulação do vírus, mais contaminação. Com mais contaminação, idoso(a)s,  pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência, entre outros, podem ser mais facilmente  contaminados, mesmo estando em casa em isolamento social, uma vez que passam a conviver com  pessoas, sejam professores e professoras ou estudantes que vão voltar a transitar nas ruas e em  espaços aglomerados;  

 - Nesse momento, o retorno presencial exigiria uma estruturação das instituições de ensino e do  transporte público, para o qual o país não se preparou. Isso ficou evidente, por exemplo, na  aplicação das provas do ENEM, realizadas em instituições de ensino que em sua maioria não  estavam preparadas e não tinham estrutura sanitária;  

- A identificação da nova cepa do coronavírus, que circula na Amazônia, pode chegar em vários  estados brasileiros e é ainda mais contagiosa. Até que ocorra a imunização da população, a única  alternativa para evitar que se espalhe de forma mais veloz, intensificando o colapso do sistema de  saúde e ampliando as mortes e evitar aglomerações, é manter o isolamento social;  

- O debate sobre a imunização prioritária de professores e professoras desconsidera o conjunto da  comunidade acadêmica e escolar. A escola e a Universidade não são feitas só de professores e  professoras, assim como os hospitais não são estruturados só com médicos e médicas. A defesa  deve ser pela imunização de toda a comunidade acadêmica e escolar, assim como de todo o(a)s  profissionais que trabalham na saúde;  

- Deve-se destacar, que pelo PNI do governo federal, o(a)s professore(a)s já constam como  prioritário(a)s para vacinação, estando no grupo 4. Nos grupos 1, 2 e 3 estão o(a)s profissionais da  saúde, idoso(a)s, indígenas, quilombolas e pessoas com comorbidades. Ou seja, exigir passar o(a)s  professores e professoras para o primeiro ou segundo grupo significa inviabilizar a imunização de  segmentos absolutamente prioritários, seja pelo seu alto grau de exposição ao vírus, seja pela sua  vulnerabilidade no caso de contaminação.  

 Por fim, destacamos que o problema da pandemia não foi criado por nós e a resolução para  tal problema é responsabilidade do governo federal,que vem a cada dia explicitando seu desprezo à  vida, em especial dos mais pobres, negros e negras e pessoas com deficiências. Nesse sentido,  consideramos que nosso desafio seja unificar todo o conjunto da educação para exigir a Vacina já  para todos e todas e condicionar o retorno presencial à segurança sanitária.

Reafirmamos nosso compromisso com a defesa da educação pública de qualidade, o que na  nossa avaliação necessariamente passa por uma educação presencial. Mas neste momento  compreendemos que o que está em jogo são vidas e estas não temos como recuperar. O semestre  letivo, os conteúdos, as defasagens temos como recuperar tão logo seja possível o retorno  presencial.  

 Que sejamos capazes de dialogar entre as categorias da educação e fazermos o devido  enfrentamento ao governo seja no âmbito federal, estadual ou municipal, em defesa da vida. Que a  alternativa para o capital e para o governo genocida não seja a vida dos pobres. A luta e a  resistência são nossa alternativa!  

 

 Pela unificação das lutas em defesa da vida e da educação pública!  

 Não temos aula presencial, Bolsonaro, é a culpa é sua!  

 Em defesa do SUS!  

 Vacina para todos e todas já!  

Brasília(DF), 3 de fevereiro de 2021  

Diretoria Nacional do ANDES-SN

 

A partir de 24 de janeiro, as servidoras e servidores públicos de todo o país estarão engajadas e engajados em uma jornada nacional de lutas em defesa dos serviços públicos, da vida a frente dos lucros e pela vacinação imediata de toda a população. 

As atividades estão sendo convocadas pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), as coordenações dos fóruns estaduais, reunindo ainda servidores estaduais e municipais, e também centrais sindicais e movimentos sociais. A jornada terá início no Dia Nacional das Aposentadas e dos Aposentados, 24 de janeiro, e seguirá com atividades nos estados durante toda a semana. 

No 1º de fevereiro, será realizado o Dia Nacional de Lutas em defesa da vacina para todas e todos, com carreatas em diversos estados e ato em Brasília, na Câmara dos Deputados. Os manifestantes organizarão uma vigília em frente ao Anexo 2 da Câmara para acompanhar a eleição à presidência da Casa, marcada para acontecer presencialmente, naquele dia. 

Rivânia Moura, presidenta do ANDES-SN, aponta que, no âmbito do Fonasefe, uma das principais pautas desse início de 2021 é a luta por vacina contra a Covid-19, gratuita para todas e todos, pois engloba a defesa da vida das trabalhadoras e trabalhadores. 

“Essa vacina deve ter um plano nacional de imunização, organizado pelo governo federal, deve ser produzida e financiada pelo Sistema Único de Saúde, com valorização dos nossos centros de ciência e pesquisa, dos nossos cientistas. E essa é uma pauta que hoje, por ser tão urgente e tão necessária, pois dialoga também as consequências da pandemia, a morte, a fome, o desemprego, a falta de perspectiva e a retirada de vários direitos. Por isso, é urgente e necessário que a gente encabece essa mobilização”, afirma a presidenta do ANDES-SN.

Além disso, Rivânia ressalta que outras lutas, que já vinham sendo travadas no ano passado pelas servidoras e servidores, seguem na pauta este ano. Passada a eleição dos presidentes da Câmara e do Senado, a perspectiva é que Congresso Nacional retome o debate sobre a reforma administrativa.


“A luta contra a reforma e em defesa dos serviços públicos segue na nossa agenda de luta, por entendermos que essa reforma tem um impacto imenso não só para os servidores e servidoras, mas para o conjunto dos trabalhadores e trabalhadoras. Convocamos todas e todos para as mobilizações. É fundamental o engajamento das e dos docentes e de todos trabalhadores e todas trabalhadoras, porque nós temos uma pauta muito intensa e muito urgente para 2021”, conclama.

Confira o Calendário definido pelo Fonasefe

Semana nacional de lutas de 24/01 a 01/02 com atividades nos estados organizadas com  a coordenação e iniciativa dos fóruns estaduais
 

24/01 – Dia Nacional dos/as Aposentados/as 
26/01 - Mesa do FONASEFE no Fórum Social Mundial - 10h. 
30 e 31/01 – mobilização nos estados organizada pelos Fóruns Estaduais e Entidades de base estaduais e municipais;   
 

01/02 – Dia Nacional de Luta em defesa da Vacina para todos e todas
10 h – Carreata nas cidades possíveis em DEFESA DA VACINA PARA TODOS E TODAS 
14 h - Ato em Brasília: na porta do Anexo 2 da Câmara dos Deputados, protocolando a entrega do manifesto do Fonasefe aos candidatos a presidente do Legislativo e início da vigília
nacional;
20 h – Panelaço nacional.

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