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Na tarde desta quarta-feira, 12 de junho, a APROFURG - Seção Sindical do ANDES - SN, realizou uma roda de conversa sobre o orçamento da FURG. A participação do representante do IFRS - Campus Rio Grande estava prevista, mas o diretor do Instituto, Carlos Fernandes Junior não pôde comparecer. A mesa foi mediada pela professora Adriana Senna e pelo professor Yuri Lemos de Ávila, do Comando Local de Greve.

A roda de conversa da APROFURG ocorreu dias após a reunião do Governo Federal com os reitores das universidades e institutos federais. O reitor da FURG, Danilo Giroldo, participou da reunião, convocada pelo presidente.  Em sua análise, na APROFURG,  o reitor da universidade disse que percebe avanços do governo federal relacionados à educação, no entanto, ainda insuficientes para que os débitos da FURG sejam zerados. 

Na oportunidade também estava presente o Pró-Reitor de planejamento e administração, Diego da Rosa, que falou sobre as condições atuais da universidade, reiterando a explanação do reitor. Diego também compreende que a proposta do governo federal, até o momento, ainda é insuficiente para a FURG.

“A  reunião dos técnicos que ocorreu no dia 11 de junho,  é uma sinalização que vem para a nossa reunião (com os docentes) na sexta-feira, dia 14 de junho.  Infelizmente a gente não vê mais avanços. O governo continua agindo de forma intransigente”, desabafou a presidenta da APROFURG, Marcia Umpierre.

Na sexta-feira, dia 14 de junho, às 14 horas, ocorrerá no Ministério da Educação,  uma mesa de negociação do Governo Federal com representações das categorias docentes. A reivindicação das/os professoras/os é que a contraproposta apresentada ao governo seja atendida. A categoria reivindica a recomposição dos orçamentos das IFEs, reajuste salarial, reestruturação da carreira, reenquadramento dos aposentados e a revogação de normas aprovadas nos governos dos ex-presidentes Michel Temer e Jair Bolsonaro. 

 

 

 

 

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Assembleia da categoria docente reafirmou a necessidade do movimento de greve e destacou as ações de solidariedade da APROFURG

 

Na manhã desta quinta-feira, 06 de junho, a APROFURG - Seção Sindical do ANDES - SN, realizou mais uma Assembleia Permanente em sua sede. Na pauta, os pontos foram: informes, ações de solidariedade, análise de conjuntura da greve docente federal e ações pela reabertura de negociações, além de uma ação coletiva de suspensão dos consignados. 

Durante sua fala, o 1º Vice-presidente da Regional do Rio Grande do Sul do ANDES - Sindicato Nacional, César Beras, reafirmou o posicionamento do sindicato em lutar por mais que a questão salarial: “O governo só quer discutir a questão salarial e nós queremos muito mais que isso. Queremos a reposição do  orçamento para as Universidades e para os Institutos Federais e o reconhecimento dos aposentados. Nossa greve é forte e tem que continuar”, defendeu. 

A presidenta da APROFURG, Marcia Umpierre lembrou: “Temos poucas conquistas. Por isso, precisamos continuar reivindicando e entendendo que ainda temos fôlego para seguir nessa luta”.

Foram destacadas as ações de solidariedade da APROFURG, atuante desde o início da emergência climática, unindo-se ao “SOS Enchentes” da Universidade Federal do Rio Grande - FURG. As professoras e os professores da Comissão de Solidariedade da APROFURG dedicam seu trabalho voluntário junto ao abrigo localizado na FURG. As atividades incluem a coordenação do abrigo e a preparação do café da tarde. A APROFURG também colabora com a destinação de recursos do fundo de greve para o apoio às necessidades das vítimas das enchentes e dos abrigos.

Já no cenário nacional, a assembleia lembrou do Dia Nacional de Mobilização pela reabertura das negociações, que será no dia 14 de junho, em Brasília. Lembrando que este é um significativo momento que envolve a categoria na luta pela educação pública federal. 

As/os docentes também aprovaram, por unanimidade, uma nota de repúdio à privatização da educação pública, citando o programa "Parceiros da Escola", no estado do Paraná, que terceiriza o trabalho docente nas escolas. A nota ainda destaca a situação do Rio Grande do Sul, que deseja avançar na privatização da educação, entregando à entidade privada Serviço Social da Indústria do Rio Grande do Sul (SESI) a reestruturação das escolas, em consequência da catástrofe climática, ferindo o caráter público e democrático da educação pública gaúcha.

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